Olá!!

Existem inúmeros “Gurus da Dieta” por aí… uns excluem quase que totalmente os Carboidratos pois os consideram vilão, outros condenam as carnes vermelhas e de porco, outros preferem a teoria de alimentar-se, apenas, de alimentos que não sofrem modificação/cocção e assim vai… mas, e aí, o que a Nutrição como Ciência diz?!

Não dá para falar deste assunto sem antes falar, um pouquinho, sobre as Leis da Alimentação definidas por Pedro Escudeiro em 1937. Estas 4 leis são consideradas como base de uma alimentação saudável para qualquer individuo.

São elas: Lei da Quantidade, Lei da Qualidade, Lei da Harmonia, Lei da Adequação.

Vamos entender rapidamente cada uma delas, ok?!

Lei da Quantidade: a quantidade de alimentos deve ser suficiente para cobrir as exigências energéticas do organismo e manter em equilíbrio o seu balanço. Cada indivíduo necessita de quantidades específicas para manter suas funções orgânicas e atividades diárias.

Lei da Qualidade: deve ser completa para oferecer ao organismo todas as substancias que o integram; a variedade de alimentos fornece todos os nutrientes necessários ao bom funcionamento do corpo. Então, quanto mais colorida a refeição, mais diversidade de nutrientes você estará ingerindo.

Lei da Harmonia:  a quantidade dos diversos nutrientes que integram a alimentação deve guardar uma relação de proporção entre si. O nosso organismo aproveita corretamente os nutrientes se estes se encontram em proporções adequadas. Por este motivo é tão importante incluir todos os Grupos Alimentares – macronutrientes (carboidratos, proteínas, lipídios) e micronutrientes (vitaminas e minerais), além das fibras (solúveis e insolúveis).

Lei da Adequação: o estado fisiológico (gestação, lactação), hábitos alimentares (cultura), condições sócio-econômicas (acesso aos alimentos), alterações patológicas (doenças, disfunções) e os ciclos de vida (criança, adolescente, adulto, idoso) fazem com que o organismo tenha necessidades nutricionais diferenciadas.

Por tanto, uma alimentação saudável deve contemplar estas 4 “regras” sendo assim, podemos definir que para ser considerada “Alimentação Saudável”, esta deve ser quantitativamente suficiente, qualitativamente completa, harmoniosa em seus componentes e adequada à sua finalidade e ao indivíduo a quem se destina. (ou seja, é individualizado!!!!)

Nós dividimos os nutrientes em 2 grupos: MACRONUTRIENTES e MICRONUTRIENTES.


MACRO: são necessários em maior quantidade, são fontes de vários nutrientes importantes para o organismo  – Carboidratos (Pães, Tubérculos, Cereais), Proteínas (Carnes, Ovos, Leite e derivados), Lipídeos (gorduras)

Além das fibras , importantíssimas para nós!

MICRO: são necessários em menor quantidade comparado aos macronutrientes mas essenciais para o bom funcionamento do organismo- Vitaminas e Minerais.

Falarei mais de cada um deles em outro Post!

Então, para que haja equilíbrio precisamos incluir, de maneira adequada, cada um destes nutrientes na Dieta.

 

                                       

DICA DA GI: Além destas “4 leis”, é muito importante que fracionemos nossas refeições. Recomendo de 4-8 refeições por dia!! Isto é individual e vai depender da sua rotina… vale lembrar que, a alimentação saudável contempla uma vida social saudável tb!!!

Claro que, dependendo do seu objetivo ou de alguma patologia associada, voce terá mais ou menos “sacrifícios” mas acho importante salientar que, “Alimentar-se Bem”, não significa comer muito ou sofrimento, ok?!

Afinal, comer é e sempre será um prazer e, muitas vezes, comemoramos datas especiais,  reunimos os amigos, a família assim…comendo!!!rss … e isso é sempre muito bom e prazeroso!

Equilíbrio é a palavra chave, sempre!!

Beijos Pinks pra voces!!!